Coluna do O Tempo - Adeus ao Luar


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A história do Luar começou muito antes de seu nascimento e se entrelaça com outras duas histórias. A minha e a da Menina.

Todos que me conhecem um pouco sabem da importância que a Menina teve em minha vida. As pessoas que nunca tiveram animais de estimação como parte da família geralmente não entendem essa ligação, mas posso afirmar que é como se eles fossem filhos. O sentimento é exatamente esse. E ela era assim pra mim. Minha filhinha de quatro patas, linda e inteligente, e que todos diziam inclusive que se parecia comigo. Eu gostava de ouvir isso e até me orgulhava. Ela era especial. Era a minha paixão. E, por isso mesmo, gostaria que ela vivesse para sempre.


Em um capítulo do livro “O Diário da Princesa”, Mia, a personagem principal, ao ser indagada sobre quem ela gostaria de clonar, responde que, se pudesse escolher, clonaria Fat Louie, o seu gato, pois seria muito bom ter vários dele por perto. Quando li essa parte da história, me identifiquei totalmente, porque foi mais ou menos o que fiz... Planejei um “namoro” para a Menina, pois gostaria de aumentar a família e assim ampliar ainda mais aquele amor que eu sentia. E eu até imaginava como seriam os filhotes e já sabia que ficaria com um. Ou melhor, uma. Ela já tinha até nome: Lua. Porém, a Menina teve uma gravidez complicada e infelizmente apenas três filhotes sobreviveram. A Lua não apareceu naquela madrugada... Mas, no lugar dela, veio um menininho lindo, preto com algumas partes douradas, como o luar despontando em uma noite escura. Foi amor à primeira vista.



Leia o final na minha coluna do jornal O Tempo

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